| Certa vez, duas moscas caíram num copo de leite. A primeira era forte e valente e logo nadou até a borda do copo. Mas, como a superfície era muito lisa e as suas asas estavam molhadas, não conseguiu escapar. Acreditando que não havia saída, desanimou, parou de se debater e afogou-se. A sua companheira, apesar de não ser tão forte, era tenaz; por isso continuou a debater-se e a lutar. Aos poucos, com tanta agitação, o leite ao seu redor formou um pequeno nódulo de manteiga, onde ela subiu e conseguiu levantar vôo para longe. Tempos depois, a mosca tenaz, por um descuido, caiu novamente num copo, desta vez cheio de água. Imaginando que já conhecia a solução para aquele problema, começou a se debater na esperança de que, no devido tempo, se salvasse. Outra mosca, passando por ali e vendo a aflição da outra, pousou na beira do copo e gritou: Tens ali uma palhinha, nada até lá e sobe. A mosca tenaz respondeu: Deixa estar, não te preocupes que eu sei como resolver este problema. E continuou a debater-se, mais e mais, até que, exausta, afogou-se na água. Moral da história: soluções do passado, em contextos diferentes, podem transformar-se em problemas. Quantas vezes, baseados em experiências anteriores, deixamos de observar as mudanças ao nosso redor e ficamos a lutar inutilmente até afundar na nossa própria falta de visão? Criamos uma confiança equivocada e perdemos a oportunidade de repensar as nossas experiências. Ficamos presos a velhos hábitos que nos levaram ao sucesso e perdemos a oportunidade de evoluir... |
quinta-feira, 20 de maio de 2010
A lição da mosca
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
O pedreiro
«Um velho pedreiro que construía casas estava pronto para se reformar.
Ele informou o chefe, do seu desejo de se reformar e passar mais tempo com a sua família.
Ele ainda disse que sentiria falta do salário, mas realmente queria reformar-se.
A empresa não seria muito afectada pela saída do pedreiro, mas o chefe estava triste por um bom funcionário partindo e pediu ao pedreiro para trabalhar em mais um projecto, como um favor.
O pedreiro não gostou mas acabou por concordar.
Foi fácil ver que ele não estava entusiasmado com a ideia.
Assim ele prosseguiu fazendo um trabalho de segunda qualidade e usando materiais inadequados.
Quando o pedreiro acabou, o chefe veio fazer a inspecção da casa construída.
Depois de inspecciona-la, deu a chave da casa ao pedreiro e disse:
- "Esta é a sua casa. Ela é o meu presente para o senhor".»
A moral da história já todos sabem qual é... certo?